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Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou’, sobre cineasta argentino radicado no Brasil e dirigido por Bárbara Paz, é o primeiro documentário escolhido pela Academia Brasileira para tentar uma vaga no Oscar
Bárbara Paz saiu do Festival de Veneza de 2019 premiada por seu trabalho em “Babenco – Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou”. Agora, ela tenta levar ao Oscar seu documentário, um belo tributo ao cineasta Hector Babenco, que foi seu marido até morrer, em 2016.
A votação dos membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood começa no dia 1º de fevereiro, e no dia 9 serão reveladas as pré-listas de algumas categorias, entre elas a de filme internacional e a de documentário, ambas na mira de “Babenco”.
Bárbara Paz e Hector Babenco (Foto: Reprodução)
Se ela conseguir emplacar o seu longa nas duas categorias, será a segunda vez que isso acontece na premiação. A primeira foi ano passado, com “Honeyland”, da Macedônia. O filme perdeu nas duas categorias em que competiu, mas deixou sua marca.
A Ancine não está colaborando com o projeto, assim como não colaborou com “A Vida Invisível”, o pré-indicado do ano passado.
“Infelizmente a gente não pode contar com a ajuda financeiramente e nem de divulgação do filme via Ancine. Procuramos a agência e não tivemos resposta do nosso pedido”, conta Bárbara.
Cartaz de divulgação do longa (Reprodução)
Assim como em uma campanha eleitoral, uma campanha para o Oscar tem o objetivo de divulgar ao máximo um filme aos seus potenciais eleitores – no caso, os mais de 8.600 membros votantes da Academia.
Para tanto, alguns estúdios investem quantias astronômicas, que podem chegar aos US$ 25 milhões, de acordo com uma reportagem da Reuters de 2019
Não é o caso de “Babenco”. Concorrendo de forma independente, está se apoiando em recursos de um crowdfunding – quando várias pessoas se identificam com um projeto ou um sonho e resolvem apoiá-lo financeiramente – , que já arrecadou R$ 150 mil dos R$ 200 mil pretendidos, e de parceiros: os coprodutores Globo Filmes e Canal Brasil, e os apoiadores Globo, Itaú e SpCine.
Apesar disso, a campanha segue firme e forte às vésperas da votação. Bárbara e a equipe do longa têm investido em anúncios em veículos internacionais especializados em cinema, e em eventos virtuais com personalidades conhecidas do mercado americano.
É o caso do diretor Walter Salles e do ator Willem Dafoe, que é produtor associado de “Babenco” e participou, ontem, de um bate-papo promovido no jornal “Los Angeles Times”.