petistas mais radicais começaram a estranhar o comportamento do governador Wellington Dias em relação à eleição em Teresina.
É que depois de demonstrar simpatia pelo nome de Fábio Abreu, agora se derrete em elogios ao Doutor Pessoa, que foi abraçá-lo em sua residência, levado pelas mãos do deputado Themístocles Filho.
Enquanto isso, o candidato petista Fábio Novo fica só vendo a banda passar.
A escolha do candidato tucano à sucessão de Firmino Filho começou a afunilar.
Segundo especialistas em Palácio da Cidade, hoje só dois nomes estão na disputa.
E o candidato deverá sair na queda de braço entre Kleber Montezuma e Charles Silveira.
Dois candidatos de peso, reconheça-se.
A luta pela redução do preço dos combustíveis continua.
Dois estados – Goiás e Acre – já aceitaram eliminar o ICMS.
No Piauí, o governador segue sem querer discutir o assunto.
Bateu o pé e mordeu o beiço.
O empresário José Sady, de 81 anos, morreu no final de semana.
O empresário foi o pioneiro na venda a crédito no Piauí.
Seu CrediSady, na praça Rio Branco, foi um sucesso.
O sepultamento ocorreu domingo(9).
O governador Wellington Dias anda elogiando muito a chuva em suas agora poucas andanças pelo interior do Piauí.
O medo da oposição é que daqui a pouco a chuva também vire obra de governo.
Quem viver verá.
O vereador Enzo Samuel não se conforma com sua expulsão do PCdoB.
Ao apoiar o prefeito Firmino Filho na Câmara Municipal de Teresina, o comunista acha que não está fazendo nada de errado.
Mas o cacique Osmar Junior acha que sim.
É o suficiente.
Alguém aí acredita em reforma tributária?
Afinal como fazer uma reforma onde ninguém abre mão de nada.
E onde todos querem mais do que já tem.
Deu n’O Antagonista.
O general Hamilton Mourão, em entrevista à Crusoé, negou que Jair Bolsonaro seja refém da popularidade de Sergio Moro:
“Em absoluto. O presidente tem plena consciência de que o ministro Sergio Moro trouxe para o nosso governo uma capacidade muito grande à área da Justiça e da Segurança Pública. Ele (Moro) é uma figura popular, o presidente reconhece, mas não é refém do ministro. Se por acaso ele tiver que demiti-lo, ele vai demitir e acabou. O presidente não é refém de ninguém.”