Que a população teresinense que depende do transporte coletivo se previna, pois uma nova paralisação bate à porte. Motoristas e cobradores fizeram uma ameaça na última quinta-feira, prometeram cruzar os braços nesta segunda, mas acabaram voltando atrás depois de reunião com representantes da prefeitura e das empresas que operam no sistema.
O Sintetro, entidade que representa os motoristas e cobradores, cobra a assinatura de uma convenção coletiva, e o problema está justamente aí. As empresas dizem não ter condições financeiras de promover reajustes salariais, a prefeitura, através da Procuradoria Geral, deu um prazo de 72 horas (que já está no fim) para se manifestar em definitivo.
A promessa da PGM foi de analisar as planilhas de custos que as empresas vão apresentar para saber se há possibilidade de resolve a demanda. Em outras palavras: é mais provável que haja a paralisação programada.